Estive no Festival de Avanca e vi alguns documentários: Ao redor da música (Joaquim Haickel, Brasil), A aldeia solitária (Carlos Silveira, Portugal); Une fille Ouessant (Eléonore Saintagnan, Bélgica), Hélice (Tiago Silva, Portugal).
Confesso que fui esteticamente “salva” pelo filme japonês “It’s also love” de Masao Konno, 2016, mas sobretudo pelas curtas-metragens originárias de Malta:
Mov Bak Pljiz (Keith Tedesco), Toxicity (Angelique Muller), 84 Sheep (Thomas Georgi), Viva Malta (Sarah Mailia, ), Entropy (Massimo Denaro).
Oportunidade para ver também a exposição do Festival no CC de Ovar:
Tenho que admitir que foi a primeira vez que assisti a um Festival português com legendagem em inglês. Uma experiência singular.
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“Nota Marginal”: Esta rubrica “outras cinefilias” é constituída por outros amores – amores cinéfilos – e só aparentemente é que não se relaciona com o Plano Nacional de Cinema. Consubstancia, para mim, uma prática preciosa e insubstituível na formação e elevação da minha sensibilidade estética e consiste em ver filmes nos mais variados contextos, como por exemplo, em festivais, encontros, observatórios, mostras, retrospetivas e ouvir os seus realizadores. Única forma para aprender sobre Cinema. Um privilégio.

































