A Maria Vasconcelos, do 11º CLH3, fez um poema sobre a curta metragem de Andrey Shushkov, 2010. Para mim, o mais importante é que a Maria se sentiu motivada e inspirada para o escrever.
Ei-lo:
I miss love
I miss you
I miss the flowers that I gave you
And I miss the moon.
You were so alive
When I looked at your eyes
We were so happy
In those beautiful nights.
It started so perfect but you ended so sad
You were happy with the ground
But I gave you a bed.
I was so blind, I couldn´t see
The only one that I wanted
Was in front of me
So many machines in the air
People say it´s worthy, people say it´s fair
BUT IT´S NOT FAIR!
´Cause I feel empty again
No one is like you
I can’t pretend
Pretend that the flashlight is the sun
Pretend that the robot is someone
You were sick of this illusion
I´m sorry mi love for this sad conclusion.
You loved the natural
And I loved you
I´ll keep this flower forever
Hope I´ll see you soon.
Maria Vasconcelos
Ficha técnica:
Título original: Invention of Love
Realização: Andrey Shushkov
Argumento: Andrey Shushkov
Música: Polina Sizova, Anton Melnikov
País: Rússia
Ano: 2010
Duração: 10′
Um belo filme feito com silhuetas a evocar as sombras chinesas e a convocar interrogações filosóficas, como por exemplo: O que nos (des)humaniza? Que relação estabelecemos com os outros, com a natureza e com as máquinas?
A finitude será obsctaculizadora ou potenciadora do ser do humano? Que tipo(s) de Amor existem? A vida teria sentido se o homem fosse incapaz de Amar? Destituído de Amor o ser humano persistiria em ser humano? Será possível, e desejável, (re)Inventar o Amor? Ou será urgente, como escreveu o poeta Eugénio de Andrade?
Obrigada, Maria!













