TAKE 28 – Monte Clérigo (2023) e Terra Vil (2025), Luís Campos

Será um prazer intervir nesta ACD sobre o filme “Monte Clérigo” de Luís Campos.

Programa:
1.ª parte
18:00 – Abertura.
18:15 – Nova programação de obras nacionais e internacionais em exibição no streaming – Elsa MendesA Menina com os Olhos Ocupados, André Carrilho; Interdito a Cães e Italianos, Alain Ughetto; Amanhã, Solveig Nordlund; Fado LusitanoA Noite Saiu à Rua e Clandestino, Abi Feijó; Percebes, Alexandra Ramires e Laura Gonçalves; Flow, Gints Zilbalodis; O Tempo Contigo, Makoto Shinkai.

2.ª parte
18:45 – Os filmes Monte Clérigo e Terra Vil, de Luís Campos. Apresentação dos filmes e conversa com o realizador
19:50 – Práticas pedagógicas | Dois testemunhos: AE Templários (Prof.ª Margarida Rente) e ES de Amarante (Prof.ª Elsa Cerqueira).
20:30 – Perguntas e Respostas.
21:00 – Encerramento.

“INTRODUÇÃO AO CINEMA DE LUÍS CAMPOS

Esta ação é inteiramente dedicada ao trabalho do realizador e produtor português Luís Campos, autor cuja obra tem estado profundamente ligada à representação de problemas da juventude, com destaque para a curta-metragem Monte Clérigo (2023), recentemente integrada no catálogo do Plano Nacional de Cinema e Terra Vil (2025), primeira longa-metragem de ficção do autor, com estreia agendada para breve. Tanto em Monte Clérigo como em Terra Vil encontramos composições sobre problemas concretos da juventude no Portugal das primeiras décadas do século XXI, destacando-se, em ambos os casos, o retrato de diferentes modos de vida, quer resultantes do fenómeno das migrações, quer das recentes alterações climáticas, ambas com impactos profundos na desestruturação de relações humanas e familiares. No cinema de Luís Campos, todas estas dimensões estão atravessadas por opções estéticas e artísticas, mas, sobretudo, éticas. Por um lado, estas dimensões podem ser articuladas com diferentes áreas disciplinares, como Ciências Naturais, Cidadania e Desenvolvimento, História, Filosofia, Área de Integração, entre outras; por outro, podem estar na origem de projetos interdisciplinares a desenvolver na escola; finalmente, pela qualidade do cinema, serão poderosos auxiliares para a formação do gosto.”
dos jovens pelo cinema.”
In Plano Nacional de Cinema, Elsa Mendes
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