Num ano em que a existência da “normalidade” foi interrogada e inquietada em múltiplas dimensões, o folheto identitário do Plano Nacional de Cinema da ESA nasceu no fim de julho. Os cuidados que eu e o Júlio Cunha temos com ele são sempre intensivos porque acolhem o Cinema e muitas Pessoas (realizadores, alunos, professores e parceiros) com experiências, saberes e afetos.
Talvez se refira ao passado ou talvez não…


Muito grata, Júlio Cunha e a todos os que enriqueceram este projeto!












