{"id":1259,"date":"2016-10-11T12:06:12","date_gmt":"2016-10-11T12:06:12","guid":{"rendered":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/?p=1259"},"modified":"2016-10-12T17:07:24","modified_gmt":"2016-10-12T17:07:24","slug":"carta-as-cartas-da-guerra-por-debora-goncalves","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/2016\/10\/11\/carta-as-cartas-da-guerra-por-debora-goncalves\/","title":{"rendered":"Carta \u00e0s &#8220;Cartas da Guerra&#8221;. Por D\u00e9bora Gon\u00e7alves"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-de-Guerra-divulga\u00e7\u00e3o.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1260 aligncenter\" src=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-de-Guerra-divulga\u00e7\u00e3o-211x300.jpg\" alt=\"cartas-de-guerra-divulgacao\" width=\"318\" height=\"452\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-de-Guerra-divulga\u00e7\u00e3o-211x300.jpg 211w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-de-Guerra-divulga\u00e7\u00e3o.jpg 585w\" sizes=\"(max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699489_1616225868403216_122386738_o-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-1270 aligncenter\" src=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699489_1616225868403216_122386738_o-1-300x169.jpg\" alt=\"14699489_1616225868403216_122386738_o-1\" width=\"401\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699489_1616225868403216_122386738_o-1-300x169.jpg 300w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699489_1616225868403216_122386738_o-1-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699489_1616225868403216_122386738_o-1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 401px) 100vw, 401px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&#8220;Covilh\u00e3, 10 de outubro de 2016<\/p>\n<p>Querido Filme,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Escrever sobre Cinema nunca \u00e9 tarefa f\u00e1cil. As palavras nunca s\u00e3o suficientes e uma experi\u00eancia dificilmente ultrapassa o inexprim\u00edvel. E \u00e9 assim que me deparo depois de assistir ao filme <strong>Cartas da Guerra<\/strong>. H\u00e1 dias que ando com o filme na cabe\u00e7a, a v\u00ea-lo e a rev\u00ea-lo atrav\u00e9s de parcelas da minha mem\u00f3ria e ainda assim na altura de escrever sobre ele tenho tanto para dizer que nenhuma palavra me parece oportuna.<br \/>\n\u00c9 ineg\u00e1vel que o filme atingiu um feito hist\u00f3rico, uma vez que apela \u00e0 ida \u00e0 sala de cinema por ser um filme badalado e \u201cestranhamente portugu\u00eas\u201d. E se os caminhos que o cinema nacional tem percorrido s\u00e3o expressamente sinuosos compreende-se o hipot\u00e9tico interesse do p\u00fablico em assistir a esta sess\u00e3o e, por fim, a tecer uma aprecia\u00e7\u00e3o sobre o filme.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646584_1616225888403214_902838819_o-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-1271 aligncenter\" src=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646584_1616225888403214_902838819_o-1-300x169.jpg\" alt=\"14646584_1616225888403214_902838819_o-1\" width=\"401\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646584_1616225888403214_902838819_o-1-300x169.jpg 300w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646584_1616225888403214_902838819_o-1-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646584_1616225888403214_902838819_o-1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 401px) 100vw, 401px\" \/><\/a><br \/>\nO que acontece com a obra de Ivo M. Ferreira \u00e9 de uma dualidade desmedida. Se por um lado, somos embalados por um gui\u00e3o fenomenal que nos brinda com as sentidas palavras de Ant\u00f3nio Lobo Antunes; por outro lado, somos colocados diante um conjunto de imagens e sons que exigem prud\u00eancia e sensibilidade por parte de um p\u00fablico vagamente educado para a rece\u00e7\u00e3o de tais estrat\u00e9gias cinematogr\u00e1ficas.<br \/>\nComo espetadora incontestavelmente sens\u00edvel permito-me finalmente largar das regras a que o \u201cof\u00edcio\u201d me congrega e discorro apenas sobre experi\u00eancia peculiar e incomum que foi assistir a um filme portugu\u00eas numa sala de cinema &#8211; a sala de Cinema Teixeira de Pascoaes -, e por ter sido incrivelmente levada para uma dimens\u00e3o assaz deslumbrante. Quando se me apresentam Cinema e Literatura de uma s\u00f3 vez vale-me o prazer e o entendimento para repousar e esperar que os meus olhos se encham do que de mais Belo me pode completar. E foi assim que me permiti ocupar um dos primeiros lugares da sala, talvez, na \u00e2nsia de poder aceder primeiramente \u00e0s imagens que surgiam na tela. Esta vaga cren\u00e7a foi o motivo suficiente para que tivesse o privil\u00e9gio de encontrar ao meu lado uma senhora, j\u00e1 com uma idade consider\u00e1vel, que momentos antes do filme come\u00e7ar me segredou, mesmo sem saber o meu nome, toda a turbul\u00eancia com que teve de viver naquele domingo para \u00e0quela hora estar naquela sala e no Cineclube de Amarante a ver o <strong>Cartas da Guerra<\/strong>. Assim que as luzes se apagaram a sua voz ainda me sussurrou ao ouvido &#8216;continuamos a conversa depois do filme.&#8217;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699431_1616225865069883_1966394063_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-1272 aligncenter\" src=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699431_1616225865069883_1966394063_o-300x169.jpg\" alt=\"14699431_1616225865069883_1966394063_o\" width=\"401\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699431_1616225865069883_1966394063_o-300x169.jpg 300w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699431_1616225865069883_1966394063_o-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699431_1616225865069883_1966394063_o.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 401px) 100vw, 401px\" \/><\/a><br \/>\nA verdade \u00e9 que com o filme embarcamos numa viagem de sensibilidade e eleg\u00e2ncia que s\u00f3 um texto de Amor pode admitir ao seu ou aos seus destinat\u00e1rios. Os olhos apagam-se para o que os circunscreve, os ouvidos adotam uma melodia intranspon\u00edvel e, por fim, as palavras de Ant\u00f3nio a Maria Jos\u00e9. Cartas de Amor redigidas num clima absurdo de terror e solid\u00e3o que aproximam o homem, o \u201cdoutor\u201d e \u201cescritor\u201d da sua ainda complac\u00eancia. Estes textos de amor que ora escritos, ora lidos, por um amante e por uma amada s\u00e3o passiveis de conceder ao espetador a perce\u00e7\u00e3o de que ambas as personagens se fundem e que a voz de um \u00e9 na verdade e ao mesmo tempo a voz do outro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699512_1616225895069880_79297955_o-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-1273 aligncenter\" src=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699512_1616225895069880_79297955_o-1-300x169.jpg\" alt=\"14699512_1616225895069880_79297955_o-1\" width=\"401\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699512_1616225895069880_79297955_o-1-300x169.jpg 300w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699512_1616225895069880_79297955_o-1-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699512_1616225895069880_79297955_o-1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 401px) 100vw, 401px\" \/><\/a><br \/>\nNo filme, o aud\u00edvel \u00e9 consubstanci\u00e1vel com o vis\u00edvel, sendo o timbre retocado pelo preto no branco da tela que \u00e9 o ecr\u00e3. E se a inten\u00e7\u00e3o do realizador era criar distanciamento entre o espetador e a \u00e9poca que retrata no filme caber-me-ia garantir-lhe que tal efeito n\u00e3o foi seguramente e completamente atingido. Na realidade o que tanto me disse este filme \u00e9 que tamb\u00e9m h\u00e1 beleza e amor numa frente b\u00e9lica, e apenas o t\u00edtulo do filme serve de impulso para que neles se mergulhe.<br \/>\nCartas da Guerra escritas numa \u00c1frica que conta mais hist\u00f3rias e mais Hist\u00f3ria que aquela que \u00e9 prevista pelo entendimento racional. As imagens e as paisagens trazem \u00e0 mem\u00f3ria cheiros e texturas de quem reconhece naquelas paragens parte de si e da sua g\u00e9nese.<br \/>\nO filme \u00e9 uma ode ao sensorial e ao apaixonante. Um feito brilhante no Cinema de Portugal e de todos os que lhe querem bem.<\/p>\n<p>Tenho a certeza que te revisitarei <strong>Cartas da Guerra<\/strong>.<br \/>\nAt\u00e9 breve,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">D\u00e9bora Gon\u00e7alves&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14689093_1616225885069881_1607452261_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-1278 aligncenter\" src=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14689093_1616225885069881_1607452261_o-300x169.jpg\" alt=\"14689093_1616225885069881_1607452261_o\" width=\"401\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14689093_1616225885069881_1607452261_o-300x169.jpg 300w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14689093_1616225885069881_1607452261_o-1024x576.jpg 1024w, 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\/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646811_1616225861736550_218521833_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-1275 aligncenter\" src=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646811_1616225861736550_218521833_o-300x169.jpg\" alt=\"14646811_1616225861736550_218521833_o\" width=\"401\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646811_1616225861736550_218521833_o-300x169.jpg 300w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646811_1616225861736550_218521833_o-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14646811_1616225861736550_218521833_o.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 401px) 100vw, 401px\" \/><\/a> <a href=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/14699435_1616225881736548_2127021241_o-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-1276 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alt=\"cartas-2-018\" width=\"401\" height=\"266\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-2-018-300x199.jpg 300w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-2-018-1024x681.jpg 1024w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-2-018-450x300.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 401px) 100vw, 401px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1262\" class=\"wp-caption-text\">D\u00e9bora e Gabriela<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: left;\"><a href=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/3-Cartas-2-007.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-1263 aligncenter\" src=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/3-Cartas-2-007-300x199.jpg\" alt=\"3-cartas-2-007\" width=\"401\" height=\"266\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/3-Cartas-2-007-300x199.jpg 300w, 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class=\"  wp-image-1265 aligncenter\" src=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-2-011-300x199.jpg\" alt=\"cartas-2-011\" width=\"401\" height=\"266\" srcset=\"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-2-011-300x199.jpg 300w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-2-011-1024x681.jpg 1024w, http:\/\/pnc.polegarmente.me\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Cartas-2-011-450x300.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 401px) 100vw, 401px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">[2] Ficha T\u00e9cnica<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">T\u00edtulo: Cartas da Guerra.<br \/>\nBaseado no livro Ant\u00f3nio Lobo Antunes, D\u2019Este Viver Aqui Neste Papel Descripto, Cartas da Guerra, de organiza\u00e7\u00e3o Maria Jos\u00e9 e Joana Lobo Antunes<br \/>\nRealiza\u00e7\u00e3o: Ivo Ferreira<br \/>\nArgumento: Ivo M. Ferreira, Edgar Medina<br \/>\nAtores: Miguel Nunes, Margarida Vila-Nova, Ricardo Pereira<br \/>\nG\u00e9nero: Drama<br \/>\nProdutores Lu\u00eds Urbano, Sandro Aguilar. <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/OSomEAFuria\/\">O SOM E A F\u00daRIA<\/a>.<br \/>\nPOR, 2016, Cores, 105 min.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">[3] Trailer<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/g37CMPwBFL8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[4] O meu agradecimento \u00e0 produtora &#8220;<a href=\"http:\/\/www.osomeafuria.com\/\">O Som e a F\u00faria<\/a>&#8220;, na pessoa de Marta Le\u00f3n, pela amabilidade que teve em enviar-me estas bel\u00edssimas fotografias do filme.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[5] Muito obrigada, D\u00e9bora, por mais este precioso contributo no blogue do Plano Nacional de Cinema (PNC) da ESA. \u00a0Creio que tem uma rela\u00e7\u00e3o umbilical com o PNC \u00a0porque se trata de um projeto que ajudou a implementar em 2014-15!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &#8220;Covilh\u00e3, 10 de outubro de 2016 Querido Filme, Escrever sobre Cinema nunca \u00e9 tarefa f\u00e1cil. As palavras nunca s\u00e3o suficientes e uma experi\u00eancia dificilmente ultrapassa o inexprim\u00edvel. E \u00e9 assim que me deparo depois de assistir ao filme Cartas da Guerra. H\u00e1 dias que ando com o filme na cabe\u00e7a, a v\u00ea-lo e a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[21],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1259"}],"collection":[{"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1259"}],"version-history":[{"count":11,"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1259\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1286,"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1259\/revisions\/1286"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1259"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1259"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/pnc.polegarmente.me\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1259"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}